Ore antes de ter conversas sérias.
Seja cauteloso (a) para falar e pronto para ouvir
Não permita que as emoções de seu esposo (a) ditem as suas respostas.
Não permita que suas expectativas ditem as regras.
Dê respostas brandas.
Não interrompa.
Não julgue.
Não interprete o que o outro disse, afirmando o que você pensou que você ouviu mas o outro não disse. Ex. "Então o que você está dizendo é ..."
Seja paciente
Dedique tempo dando atenção ao que seu cônjuge está falando.
Não resolva probelmas quando você ou seu parceiro (a) estão fisicamente ou mentalmente exaustos.
http://www.christian-marriage-today.com/marriage-communication.html
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terça-feira, 3 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Por que as pessoas traem?
Confira este áudio com a opinião do psicanalista Ailton Bastos, sobre traição nos dias de hoje. Vale a pena refletir sobre isso.
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sábado, 10 de julho de 2010
Quando o namoro é perigoso
"Um estudo recente da Harvard School destaca como o namoro na adolescência pode ser perigoso , especialmente para as meninas. "
O estudo completo de 1.977 meninas de ensino superior mostra que 1 em cada 5 meninas são uma vítima de violência física ou sexual em um relacionamento de namoro. Garotas relataram golpes, empurrões ou serem forçadas a atividade sexual. Uma vez que este é o primeiro estudo desse tipo, não é claro se tal abuso está em alta, mas o Dr. Jay Silverman, autor do relatório , diz que este é um número extremamente elevado.
Fonte: (Amy Dickinson, "Quando o namoro é perigoso, "Time Magazine, 27 de agosto de 2001 http://www.josh.org/notes/file/Teen-Violence_in_Dating.pdf ).
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sábado, 22 de maio de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
O divórcio começa no namoro quando...
O divórcio começa no namoro, quando o aspecto físico e sensual ocupa o primeiro lugar no relacionamento, ou seja, o principal interesse é a atração física. A pergunta que deverá ser feita é: como ela ou ele será daqui a 30 anos?
O divórcio começa no namoro, quando há apenas paixão e não amor verdadeiro. A paixão engana suas vítimas, levando-as ao altar, e depois transformando suas esperanças amorosas num casamento infeliz.
O divórcio começa no namoro, quando não espero no Senhor e me ponho no jugo desigual, como diz Paulo II Coríntios 6:14 "Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?".
Jugo desigual é todo caminhar onde o amor não se nivela.
Jugo desigual é toda caminhada conjugai onde não há amor.
Jugo desigual é quando: Ele quer, você não!
O divórcio começa no namoro, quando se casa apenas pelo gosto da família.
Muitas vezes as pessoas casam por causa da família.
A pessoa é boa, é crente, é responsável, a família gosta, a gente se acostuma, e, então, uma tragédia acontece.
Um conselho: Não deixe que as opiniões, as conveniências, o IBOPE da igreja, e os gostos familiares sejam a sua prisão para o resto da vida. Não case com ninguém de quem você não goste. Será uma tragédia.
Seus pais e amigos não dormirão com ele ou ela, não terão que agüentar a vida ao lado de alguém a quem não se ama.
— Pastor, — disse-me uma velhinha certo dia — tenho quase 60 anos de casada. Pode perguntar a meu marido e ele dirá que sempre fui uma esposa perfeita. Fiz tudo que uma boa esposa deve fazer, agi sempre do modo certo, mas, nunca fui feliz.
— Por quê?
— Eu não amo meu marido, Pastor.
— Mas, então, porque se casou?
A velhinha emocionou-se ao dizer: "Nos meus tempos de mocinha agente não escolhia marido. Eram os pais que escolhiam marido para agente. Um dia meu pai disse: 'Filha, daqui a dois meses você vai casar com o filho do meu compadre'. O enxoval foi preparado. A festa ficou pronta e, faltando dois dias para o casamento, conheci meu noivo. Não gostei. Nunca consegui gostar, mas casei, porque tinha que obedecer. Fui uma esposa perfeita, mas nunca fui feliz". Como ser feliz ao lado de alguém que não se ama?
Não case com ninguém só porque é gente boa. Gente boa, quando não ama, faz mal também. Sem amor nada aproveita. O jugo de se viver com quem não se ama, apenas porque o irmãozinho é bonzinho. Aí, é melhor ficar sozinho! Casar sem amor será uma desgraça e se voltará contra você em pouco tempo; pois você casará, será infeliz, desejará se separar, e todos te julgarão leviano!
O divórcio começa no namoro, quando casamos apenas com a virtude.
José casou com Maria não porque ela era boazinha, virtuosa, mas porque ele a amou; a amou antes de tudo, e continuou amando depois de tudo, e foi justamente porque ele a amava que decidiu ficar com ela, apesar do mistério da gravidez.
Você gostaria que alguém casasse com você apenas porque você é um cara legal? Mesmo que essa pessoa não desejasse você como homem? E nem admirasse você? Mas apenas achasse que você é um cara bom, porém sem desejo? Assim, não se case com a bondade apenas; pois lhe faria muito mal e também à sua mulher; pois logo ela também desejará ser mais que sua amiga; ela vai querer ser sua amada como diz o livro de Cantares.
E se não há amor, é melhor não casar. Pois pessoas boas também se fazem mal, pelo simples fato de terem que se amar apenas como amigos ou irmãos em Cristo, visto que entre eles não há nada, além disso.
O divórcio começa no namoro, quando se casa apenas por causa de uma gravidez.
Mulheres inseguras e complexadas sempre se dão na esperança de conquistar. Daí, elas se darem tanto, e terem tão pouco de volta. Ás vezes o que há é uma "química de corpo". A pessoa descobre o sexo com o outro e dessa "química" vem um filho e tenta resolver a situação com o casamento. Todavia, ao invés de se ajudar alguém a sair da beirada da morte, institucionaliza-se a existência da tal pessoa na beirada do barranco, com um rápido casamento e todos ficam escandalizados com a separação depois de alguns meses. Um casamento como esse dificilmente geraria outro resultado.
Edson Souza
O divórcio começa no namoro, quando há apenas paixão e não amor verdadeiro. A paixão engana suas vítimas, levando-as ao altar, e depois transformando suas esperanças amorosas num casamento infeliz.
O divórcio começa no namoro, quando não espero no Senhor e me ponho no jugo desigual, como diz Paulo II Coríntios 6:14 "Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?".
Jugo desigual é todo caminhar onde o amor não se nivela.
Jugo desigual é toda caminhada conjugai onde não há amor.
Jugo desigual é quando: Ele quer, você não!
O divórcio começa no namoro, quando se casa apenas pelo gosto da família.
Muitas vezes as pessoas casam por causa da família.
A pessoa é boa, é crente, é responsável, a família gosta, a gente se acostuma, e, então, uma tragédia acontece.
Um conselho: Não deixe que as opiniões, as conveniências, o IBOPE da igreja, e os gostos familiares sejam a sua prisão para o resto da vida. Não case com ninguém de quem você não goste. Será uma tragédia.
Seus pais e amigos não dormirão com ele ou ela, não terão que agüentar a vida ao lado de alguém a quem não se ama.
— Pastor, — disse-me uma velhinha certo dia — tenho quase 60 anos de casada. Pode perguntar a meu marido e ele dirá que sempre fui uma esposa perfeita. Fiz tudo que uma boa esposa deve fazer, agi sempre do modo certo, mas, nunca fui feliz.
— Por quê?
— Eu não amo meu marido, Pastor.
— Mas, então, porque se casou?
A velhinha emocionou-se ao dizer: "Nos meus tempos de mocinha agente não escolhia marido. Eram os pais que escolhiam marido para agente. Um dia meu pai disse: 'Filha, daqui a dois meses você vai casar com o filho do meu compadre'. O enxoval foi preparado. A festa ficou pronta e, faltando dois dias para o casamento, conheci meu noivo. Não gostei. Nunca consegui gostar, mas casei, porque tinha que obedecer. Fui uma esposa perfeita, mas nunca fui feliz". Como ser feliz ao lado de alguém que não se ama?
Não case com ninguém só porque é gente boa. Gente boa, quando não ama, faz mal também. Sem amor nada aproveita. O jugo de se viver com quem não se ama, apenas porque o irmãozinho é bonzinho. Aí, é melhor ficar sozinho! Casar sem amor será uma desgraça e se voltará contra você em pouco tempo; pois você casará, será infeliz, desejará se separar, e todos te julgarão leviano!
O divórcio começa no namoro, quando casamos apenas com a virtude.
José casou com Maria não porque ela era boazinha, virtuosa, mas porque ele a amou; a amou antes de tudo, e continuou amando depois de tudo, e foi justamente porque ele a amava que decidiu ficar com ela, apesar do mistério da gravidez.
Você gostaria que alguém casasse com você apenas porque você é um cara legal? Mesmo que essa pessoa não desejasse você como homem? E nem admirasse você? Mas apenas achasse que você é um cara bom, porém sem desejo? Assim, não se case com a bondade apenas; pois lhe faria muito mal e também à sua mulher; pois logo ela também desejará ser mais que sua amiga; ela vai querer ser sua amada como diz o livro de Cantares.
E se não há amor, é melhor não casar. Pois pessoas boas também se fazem mal, pelo simples fato de terem que se amar apenas como amigos ou irmãos em Cristo, visto que entre eles não há nada, além disso.
O divórcio começa no namoro, quando se casa apenas por causa de uma gravidez.
Mulheres inseguras e complexadas sempre se dão na esperança de conquistar. Daí, elas se darem tanto, e terem tão pouco de volta. Ás vezes o que há é uma "química de corpo". A pessoa descobre o sexo com o outro e dessa "química" vem um filho e tenta resolver a situação com o casamento. Todavia, ao invés de se ajudar alguém a sair da beirada da morte, institucionaliza-se a existência da tal pessoa na beirada do barranco, com um rápido casamento e todos ficam escandalizados com a separação depois de alguns meses. Um casamento como esse dificilmente geraria outro resultado.
Edson Souza
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Intimidade física VERSUS amor
Normalmente as pessoas confundem atração física com amor verdadeiro, entendem que amor e sexo são a mesma coisa. Em razão disso muitos relacionamentos começam com atração física, o aspecto físico e sensual assumiu a prioridade. E aí pas¬sam a avaliar o relacionamento pelo nível de envolvimento físico. Este envolvimento leva os namorados a tomar decisões erradas. Pergunte-se agora: A intimidade sexual ou envolvimento físico ocupou o 1o lugar em meu relacionamento?
Uma pesquisa feita com crianças dizia assim: Ao que tudo indica um cientista pode prever o futuro ao observar crianças de quatro anos de idade interagirem com um docinho. O pes¬quisador convida as crianças, uma de cada vez, em um quarto comum e começa o seu gentil tormento: "Você pode comer este docinho agora" Ele diz: "Mas se você esperar até que eu resolva um assunto, você poderá ficar com dois docinhos quando eu voltar". E então ele vai embora.
Algumas crianças agarram o doce no minuto que ele sai pela porta. Outras duram alguns minutos antes de desistirem. Mas outras estão determinadas a esperarem. Elas cobrem os olhos, abaixam a cabeça, ficam cantalorando, tentam brincar ou até mesmo caem no sono. Quando o pesquisador retorna, ele dá a estas crianças os seus "suados docinhos".
Uma enquete, entre os pais e professores das crianças, levantou que aquelas que tiveram a firmeza para esperar pelo docinho geralmente se tornavam adolescentes mais ajustados e confiantes. As que logo caíram na tentação se frustraram facil¬mente. Dobravam-se sob pressão e se intimidavam com desafios.
A moral da história é que desenvolver o caráter necessário para adiar uma satisfação em pequenas áreas pode se traduzir em grande sucesso em outras áreas.
Edson Souza
Uma pesquisa feita com crianças dizia assim: Ao que tudo indica um cientista pode prever o futuro ao observar crianças de quatro anos de idade interagirem com um docinho. O pes¬quisador convida as crianças, uma de cada vez, em um quarto comum e começa o seu gentil tormento: "Você pode comer este docinho agora" Ele diz: "Mas se você esperar até que eu resolva um assunto, você poderá ficar com dois docinhos quando eu voltar". E então ele vai embora.
Algumas crianças agarram o doce no minuto que ele sai pela porta. Outras duram alguns minutos antes de desistirem. Mas outras estão determinadas a esperarem. Elas cobrem os olhos, abaixam a cabeça, ficam cantalorando, tentam brincar ou até mesmo caem no sono. Quando o pesquisador retorna, ele dá a estas crianças os seus "suados docinhos".
Uma enquete, entre os pais e professores das crianças, levantou que aquelas que tiveram a firmeza para esperar pelo docinho geralmente se tornavam adolescentes mais ajustados e confiantes. As que logo caíram na tentação se frustraram facil¬mente. Dobravam-se sob pressão e se intimidavam com desafios.
A moral da história é que desenvolver o caráter necessário para adiar uma satisfação em pequenas áreas pode se traduzir em grande sucesso em outras áreas.
Edson Souza
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quarta-feira, 14 de abril de 2010
PAIXÃO versus AMOR
Quando você está apaixonado, tudo gira em torno da outra pessoa. A tendência é negligenciar sua família. Você perde o interesse nas coisas que costumavam interessá-lo antes. Os amigos se sentem postos de lado.
Quando você ama é diferente. O amado pode ser a pessoa mais importante do mundo para você. Ao invés de negligenciar outros relacionamentos, você acrescenta uma nova e maravilhosa relação a todas as demais que já possui.
A paixão impede que você veja qualquer defeito na outra pessoa. Ninguém pode dizer nada.
Quando se trata de amor, você admite os defeitos do ente amado, mas ama apesar deles. O amor não é cego, mas a paixão é.
Na paixão, as brigas matam o relacionamento e tendem a tornar-se mais freqüentes e mais graves. No amor acontece o contrário. O amor sobrevive às brigas e estas se tornam menos freqüentes e menos feias.
Na paixão o ciúme é exagerado. No amor o ciúme é de zelo. Na paixão o efeito é destrutivo. No amor o efeito é construtivo.
A paixão pode transformar-se às vezes, em amor verdadeiro. Mas se você convenceu-se de que se trata de paixão sem futuro, desista. Remova a flecha com todo cuidado, logo que esteja certo da decisão, fale imediatamente com ele ou ela. Se ele ou ela ameaçar fazer mal a si mesmo, o que provavelmente não acontecerá, você não poderá ser responsabilizado por sua sinceridade.
Um relacionamento mantido sob pressão de ameaça não vale a pena.
Edson Souza
Quando você ama é diferente. O amado pode ser a pessoa mais importante do mundo para você. Ao invés de negligenciar outros relacionamentos, você acrescenta uma nova e maravilhosa relação a todas as demais que já possui.
A paixão impede que você veja qualquer defeito na outra pessoa. Ninguém pode dizer nada.
Quando se trata de amor, você admite os defeitos do ente amado, mas ama apesar deles. O amor não é cego, mas a paixão é.
Na paixão, as brigas matam o relacionamento e tendem a tornar-se mais freqüentes e mais graves. No amor acontece o contrário. O amor sobrevive às brigas e estas se tornam menos freqüentes e menos feias.
Na paixão o ciúme é exagerado. No amor o ciúme é de zelo. Na paixão o efeito é destrutivo. No amor o efeito é construtivo.
A paixão pode transformar-se às vezes, em amor verdadeiro. Mas se você convenceu-se de que se trata de paixão sem futuro, desista. Remova a flecha com todo cuidado, logo que esteja certo da decisão, fale imediatamente com ele ou ela. Se ele ou ela ameaçar fazer mal a si mesmo, o que provavelmente não acontecerá, você não poderá ser responsabilizado por sua sinceridade.
Um relacionamento mantido sob pressão de ameaça não vale a pena.
Edson Souza
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terça-feira, 13 de abril de 2010
Esperar alguém no Senhor Existe?
Será que existe isso? Será que você tem que ficar aguardando a mulher ou homem que Deus vai mandar para você?
Já vi centenas de pessoas que ficam sentadinhas nos bancos da igreja esperando o tal "Isaque" aparecer; e continuam lá, no banquinho, assentadas até hoje. E o que é pior: muitas ficam com raiva de Deus, amarguradas.
Em se tratando de conhecer alguém que um dia possa vir a ser sua mulher, a única maneira de fazer isso é vivendo a normalidade da vida, andando com Deus de olhos bem abertos para a vida.
O salmista diz no salmo 126: "Quem vai andando e chorando enquanto semeia, voltará com júbilo trazendo os seus feixes".
O salmista apresenta um espírito de permanente movi¬mento enquanto se aguarda a restauração que vem de Deus.
Agindo assim, no próprio caminho você encontrará alguém.
A Bíblia não nos oferece nenhuma revelação sobre a es¬colha conjugai, assim como não define a maior parte das escolhas humanas.
A escritura nos ensina o caminho da verdade, da justiça, da misericórdia, da bondade, da fé, da esperança e do amor. Mas não diz com quem casar, que profissão praticar etc... Há casos raríssimos em que alguém sabe exatamente os detalhes de sua vida nesses particulares.
No final, o justo tem que andar pela fé.
Algumas coisas são essenciais: atração psicológica que implica admiração, charme, atração física, atração pelos objetivos mútuos, afinidade intelectual. Afinidade espiritual, nesse caso cristão e não apenas evangélico.
(*) Houve um homem chamado Ali Hafed, que vivia no belo país do Irã. Ele era fazendeiro e estava contente com sua situação. Sua fazenda era excelente e rendosa. Tinha esposa e filhos. Criava carneiros, camelos e plantava trigo. "Se um homem tem esposa, filhos, camelos, saúde e a paz de Deus", dizia ele, "é um homem rico!"
Ali Hafed continuou rico até que, certo dia, um sacerdote veio visitá-lo e começou a falar de uma cousa estranha, que o sacerdote chamava de "diamante". Ali Hafed jamais ouvira falar em diamantes. E o sacerdote comentou: "Eles cintilam como um milhão de sóis, na verdade, as coisas mais lindas do mundo!".
De repente, Ali Hafed passou a sentir-se por demais des¬contente com o que possuía. Perguntou ao sacerdote: "Onde se pode encontrar esses diamantes? Preciso possuí-los." O sacerdote respondeu: "Dizem que é possível achá-los em qualquer parte do mundo. Procure um riacho de águas transparentes correndo sobre a areia branca, em região montanhosa, e ali você achará diamantes."
Ali Hafed, então, tomou uma decisão: vendeu a fazenda, confiou esposa e filhos aos cuidados de um vizinho, e se lançou em sua jornada em busca de diamantes.
Viajou pela Palestina, depois ao longo do vale do Nilo, até que, afinal, encontrou-se junto as "Colunas de Hércules", entrando, a seguir, na Espanha. Ele procurava areias brancas, montanhas altas. Diamantes, porém, não encontrou um só. Com o decorrer dos anos um dia chegou ele à costa de Barcelona, na Espanha. Estava alquebrado, sem recursos e sem condições de comunicar-se com a família. Num acesso de desespero, profun¬damente deprimido, lançou-se ao mar e morreu.
Nesse ínterim, o homem que adquirira a fazenda de Ali Hafed achara uma curiosa pedra negra, enquanto seu camelo se dessedentava num riacho. Levou-a para casa, colocou-a sobre a cornija da lareira e esqueceu-se dela.
Um dia apareceu o sacerdote. Olhou acidentalmente para a pedra negra e notou um lampejo colorido brotando de um ponto de onde saíra uma lasca. Disse o hospedeiro: "Um diamante! Onde o achou?".
Contou-lhe o fazendeiro: "Encontrei-o nas frias areias do riacho de águas claras aonde levo meu camelo para beber."
Juntos, arrebanhando as túnicas e correndo tão depressa quanto lhes permitiam as sandálias, dispararam rumo ao riacho. Cavaram e acharam mais diamantes! Esse achado se transformou na Mina de Diamantes Golconda - a maior mina do mundo!
A lição é clara. Os diamantes lá estavam, o tempo todo, no quintal de Ali Hafed. Só que ele não os vira. E, por isso, gastara a vida numa busca inútil!
A moral, também, é clara. Aonde você vai gastar sua vida em todo tipo de viagens à caça de prazer, fama e riqueza — um tremendo esforço para encontrar felicidade? Mas pode acontecer que a felicidade esteja debaixo de seus pés, em seu próprio quintal. Floresça onde você está plantado!
Onde quer que você esteja, Deus ali está. Onde Deus está há belos desígnios — basta que você veja as possibilidades. Deus o pôs onde está, porque ele pode ver diamantes nas rochas que estão ao seu redor.
Pastor Edson Souza
Já vi centenas de pessoas que ficam sentadinhas nos bancos da igreja esperando o tal "Isaque" aparecer; e continuam lá, no banquinho, assentadas até hoje. E o que é pior: muitas ficam com raiva de Deus, amarguradas.
Em se tratando de conhecer alguém que um dia possa vir a ser sua mulher, a única maneira de fazer isso é vivendo a normalidade da vida, andando com Deus de olhos bem abertos para a vida.
O salmista diz no salmo 126: "Quem vai andando e chorando enquanto semeia, voltará com júbilo trazendo os seus feixes".
O salmista apresenta um espírito de permanente movi¬mento enquanto se aguarda a restauração que vem de Deus.
Agindo assim, no próprio caminho você encontrará alguém.
A Bíblia não nos oferece nenhuma revelação sobre a es¬colha conjugai, assim como não define a maior parte das escolhas humanas.
A escritura nos ensina o caminho da verdade, da justiça, da misericórdia, da bondade, da fé, da esperança e do amor. Mas não diz com quem casar, que profissão praticar etc... Há casos raríssimos em que alguém sabe exatamente os detalhes de sua vida nesses particulares.
No final, o justo tem que andar pela fé.
Algumas coisas são essenciais: atração psicológica que implica admiração, charme, atração física, atração pelos objetivos mútuos, afinidade intelectual. Afinidade espiritual, nesse caso cristão e não apenas evangélico.
(*) Houve um homem chamado Ali Hafed, que vivia no belo país do Irã. Ele era fazendeiro e estava contente com sua situação. Sua fazenda era excelente e rendosa. Tinha esposa e filhos. Criava carneiros, camelos e plantava trigo. "Se um homem tem esposa, filhos, camelos, saúde e a paz de Deus", dizia ele, "é um homem rico!"
Ali Hafed continuou rico até que, certo dia, um sacerdote veio visitá-lo e começou a falar de uma cousa estranha, que o sacerdote chamava de "diamante". Ali Hafed jamais ouvira falar em diamantes. E o sacerdote comentou: "Eles cintilam como um milhão de sóis, na verdade, as coisas mais lindas do mundo!".
De repente, Ali Hafed passou a sentir-se por demais des¬contente com o que possuía. Perguntou ao sacerdote: "Onde se pode encontrar esses diamantes? Preciso possuí-los." O sacerdote respondeu: "Dizem que é possível achá-los em qualquer parte do mundo. Procure um riacho de águas transparentes correndo sobre a areia branca, em região montanhosa, e ali você achará diamantes."
Ali Hafed, então, tomou uma decisão: vendeu a fazenda, confiou esposa e filhos aos cuidados de um vizinho, e se lançou em sua jornada em busca de diamantes.
Viajou pela Palestina, depois ao longo do vale do Nilo, até que, afinal, encontrou-se junto as "Colunas de Hércules", entrando, a seguir, na Espanha. Ele procurava areias brancas, montanhas altas. Diamantes, porém, não encontrou um só. Com o decorrer dos anos um dia chegou ele à costa de Barcelona, na Espanha. Estava alquebrado, sem recursos e sem condições de comunicar-se com a família. Num acesso de desespero, profun¬damente deprimido, lançou-se ao mar e morreu.
Nesse ínterim, o homem que adquirira a fazenda de Ali Hafed achara uma curiosa pedra negra, enquanto seu camelo se dessedentava num riacho. Levou-a para casa, colocou-a sobre a cornija da lareira e esqueceu-se dela.
Um dia apareceu o sacerdote. Olhou acidentalmente para a pedra negra e notou um lampejo colorido brotando de um ponto de onde saíra uma lasca. Disse o hospedeiro: "Um diamante! Onde o achou?".
Contou-lhe o fazendeiro: "Encontrei-o nas frias areias do riacho de águas claras aonde levo meu camelo para beber."
Juntos, arrebanhando as túnicas e correndo tão depressa quanto lhes permitiam as sandálias, dispararam rumo ao riacho. Cavaram e acharam mais diamantes! Esse achado se transformou na Mina de Diamantes Golconda - a maior mina do mundo!
A lição é clara. Os diamantes lá estavam, o tempo todo, no quintal de Ali Hafed. Só que ele não os vira. E, por isso, gastara a vida numa busca inútil!
A moral, também, é clara. Aonde você vai gastar sua vida em todo tipo de viagens à caça de prazer, fama e riqueza — um tremendo esforço para encontrar felicidade? Mas pode acontecer que a felicidade esteja debaixo de seus pés, em seu próprio quintal. Floresça onde você está plantado!
Onde quer que você esteja, Deus ali está. Onde Deus está há belos desígnios — basta que você veja as possibilidades. Deus o pôs onde está, porque ele pode ver diamantes nas rochas que estão ao seu redor.
Pastor Edson Souza
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terça-feira, 6 de abril de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Vai lá cachorrinho!
"Lembre-se, Reauregard, você é o cachoro do pastor: todos os outros cachorros estarão observando você."
ka-ka-ka
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quarta-feira, 31 de março de 2010
Garotas são como maçãs!
Garotas são como maçãs no topo de uma árvore.
As melhores maçãs são as que estão no topo. Os garotos não conseguem alcançá-las porque eles tem medo de subir até o topo da árvore, cair e se machucar.
Em vez disso, eles acabam pegando maçãs podres na terra que não são boas, mas são fáceis.
Então as maçãs que estão no topo pensam que alguma coisa está errada com elas, quando na realidade, elas são surpreendentes.
E, as maçãs no topo, permanecem no topo, esperando o tempo em que o garoto certo venha, alguém que seja valente o suficiente para subir todo o caminho até o topo da árvore por elas.
http://choosingtowait.blogspot.com/
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sábado, 16 de janeiro de 2010
Passos para resolver conflitos no casamento
Eugenia Oliveira
Alguns casais não gostam de admitir isto, mas conflitos são comuns em todos os relacionamentos.
Primariamente, o conflito começa com a união de duas pessoas diferentes com bagagens familiares e personalidades diferentes.
Depois é adicionado algum mal hábito e interesse diferente, pode ser que um tenha expectativas que o outro não tenha, e então inicia-se uma turnê
de conflitos diários na vida do casal.
Como vimos o conflito é inevitável.
Em todo casamento há tensão,assim sendo, a questão não é o conflito mas como o casal lida com ele. O casal precisa encontrar maneiras de como agir em meio aos conflitos.
Resolver conflitos requer conhecimento, aceitação e ajustamento das diferenças.
É importante entender as diferenças e, em seguida, aceitar e se adaptar a elas.
1. Resolver conflitos requer derrotar o egoísmo
Todas as nossas diferenças são ampliadas no casamento, pois elas se alimentam da nossa natureza egoísta e pecaminosa.
A resposta para acabar com o egoísmo é encontrado em Jesus e Seus ensinamentos. Ele nos mostrou que, em vez de querer ser o primeiro, temos de estar dispostos a ser o último. Em vez de querer ser servido, temos de servir. Devemos amar os nossos vizinhos (os nossos cônjuges), tanto quanto nós nos amamos. Em suma, se quisermos vencer o egoísmo, devemos desistir, ceder.
2. Resolver conflitos requer dar preferência a outra pessoa
Romanos 12:18 diz: "Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens."
Quanto mais eu vivo mais eu percebo como é difícil essas palavras são para muitos casais. Viver pacificamente significa perseguir a paz. Isso significa tomar a iniciativa de resolver um conflito difícil ao invés de esperar que a outra pessoa dê o primeiro passo.
Para prosseguir a resolução de um conflito significa anular sua própria dor, raiva e amargura. Significa não perder o coração. Meu desafio a você é "manter os seus relacionamentos." Em outras palavras, resolver o que você irá fazer para solidificar sua comunhão com seu esposo, assim como com seus filhos, pais, colegas e amigos - diarimamente.
3. Resolver conflitos requer confronto amoroso
• Confrontar o seu cônjuge com graça e delicadeza exige sabedoria, paciência e humildade.
• Verifique a sua motivação. Suas palavras irão ajudar ou prejudicar? Irá trazer cura, plenitude e unidade, ou um maior isolamento?
• Verifique a sua atitude. Confrontar em amor significa: "Eu me importo com você. Eu respeito você e eu quero que você me respeite. Eu quero saber como você se sente." Isto é abordar seu parceiro amorosamente.
• Verifique as circunstâncias. Não enfrentar o seu cônjuge.
• Verifique para ver que pressões podem estar presentes. Seja sensível. Qual é o contexto de vida do seu esposo agora?
• Foco no problema, e não a pessoa.
• Foco sobre os fatos em vez de julgar intenções.
• Acima de tudo, concentre-se compreender o seu cônjuge e não em quem está ganhando ou perdendo.
4. Resolver conflitos requer perdão
Não importa o quanto duas pessoas tentam amar e agradar um ao outro, eles vão falhar. Com o fracasso vem a mágoa. E o único alívio final para a mágoa é o perdão.
A chave para manter um casamento íntimo e feliz é pedir e conceder perdão rapidamente. E a capacidade de fazer isso está vinculado a relação de cada indivíduo com Deus.
Sobre o processo de perdão, Jesus disse: "Porque, se perdoardes aos homens as suas transgressões, o vosso Pai celeste também vos perdoará. Mas se você não perdoar os outros, então o vosso Pai não perdoará as vossas ofensas" (Mateus 6:14 -- 15).
Perdoar significa desistir do ressentimento e do desejo de punir.
Alguns casais não gostam de admitir isto, mas conflitos são comuns em todos os relacionamentos.
Primariamente, o conflito começa com a união de duas pessoas diferentes com bagagens familiares e personalidades diferentes.
Depois é adicionado algum mal hábito e interesse diferente, pode ser que um tenha expectativas que o outro não tenha, e então inicia-se uma turnê
de conflitos diários na vida do casal.
Como vimos o conflito é inevitável.
Em todo casamento há tensão,assim sendo, a questão não é o conflito mas como o casal lida com ele. O casal precisa encontrar maneiras de como agir em meio aos conflitos.
Resolver conflitos requer conhecimento, aceitação e ajustamento das diferenças.
É importante entender as diferenças e, em seguida, aceitar e se adaptar a elas.
1. Resolver conflitos requer derrotar o egoísmo
Todas as nossas diferenças são ampliadas no casamento, pois elas se alimentam da nossa natureza egoísta e pecaminosa.
A resposta para acabar com o egoísmo é encontrado em Jesus e Seus ensinamentos. Ele nos mostrou que, em vez de querer ser o primeiro, temos de estar dispostos a ser o último. Em vez de querer ser servido, temos de servir. Devemos amar os nossos vizinhos (os nossos cônjuges), tanto quanto nós nos amamos. Em suma, se quisermos vencer o egoísmo, devemos desistir, ceder.
2. Resolver conflitos requer dar preferência a outra pessoa
Romanos 12:18 diz: "Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens."
Quanto mais eu vivo mais eu percebo como é difícil essas palavras são para muitos casais. Viver pacificamente significa perseguir a paz. Isso significa tomar a iniciativa de resolver um conflito difícil ao invés de esperar que a outra pessoa dê o primeiro passo.
Para prosseguir a resolução de um conflito significa anular sua própria dor, raiva e amargura. Significa não perder o coração. Meu desafio a você é "manter os seus relacionamentos." Em outras palavras, resolver o que você irá fazer para solidificar sua comunhão com seu esposo, assim como com seus filhos, pais, colegas e amigos - diarimamente.
3. Resolver conflitos requer confronto amoroso
• Confrontar o seu cônjuge com graça e delicadeza exige sabedoria, paciência e humildade.
• Verifique a sua motivação. Suas palavras irão ajudar ou prejudicar? Irá trazer cura, plenitude e unidade, ou um maior isolamento?
• Verifique a sua atitude. Confrontar em amor significa: "Eu me importo com você. Eu respeito você e eu quero que você me respeite. Eu quero saber como você se sente." Isto é abordar seu parceiro amorosamente.
• Verifique as circunstâncias. Não enfrentar o seu cônjuge.
• Verifique para ver que pressões podem estar presentes. Seja sensível. Qual é o contexto de vida do seu esposo agora?
• Foco no problema, e não a pessoa.
• Foco sobre os fatos em vez de julgar intenções.
• Acima de tudo, concentre-se compreender o seu cônjuge e não em quem está ganhando ou perdendo.
4. Resolver conflitos requer perdão
Não importa o quanto duas pessoas tentam amar e agradar um ao outro, eles vão falhar. Com o fracasso vem a mágoa. E o único alívio final para a mágoa é o perdão.
A chave para manter um casamento íntimo e feliz é pedir e conceder perdão rapidamente. E a capacidade de fazer isso está vinculado a relação de cada indivíduo com Deus.
Sobre o processo de perdão, Jesus disse: "Porque, se perdoardes aos homens as suas transgressões, o vosso Pai celeste também vos perdoará. Mas se você não perdoar os outros, então o vosso Pai não perdoará as vossas ofensas" (Mateus 6:14 -- 15).
Perdoar significa desistir do ressentimento e do desejo de punir.
sábado, 17 de outubro de 2009
Graças a Deus! Somos diferentes!

Homem e mulher, pela graça de Deus - diferentes. Na realidade, homens e mulheres irritam-se, porque o cônjuge faz algo de forma diferente, não que ele seja individualista e egoísta, nem ela teimosa, mas eles são diferentes e estas diferenças se aprendidas a serem vistas de forma positiva poderão trazer benefício ao invés de irritação.
No relacionamento conjugal às vezes a coisa melhora e em outras vezes se torna pior. Mas, quando o casal reconhece o problema e conversa sobre ele, o amor entre ambos não se abate com esta diferença. Esses casais, intuitivamente, entendem que a existência de problemas num relacionamento é inevitável, da mesma forma que, na medida em que se envelhecem as doenças físicas crônicas vão surgindo. Podemos até não gostarmos destes problemas, todavia somos capazes de conviver com eles, de evitar situações que possam agravá-los e de desenvolver estratégias e rotinas que nos ajudem a enfrentá-los; assim como Gottman (2000) diz que os casamentos dão certo até o ponto em que os problemas que você escolhe são possíveis de enfrentar.
Já nos casamentos instáveis, em vez de lutar efetivamente para vencer o problema, o casal se deixa dominar por ele até se tornarem emocionalmente desobrigados um do outro, vivendo vidas paralelas e solitárias.
Muitas coisas mudam depois de nos casarmos, mas o compromisso é irrevogável. Pelt
2003) comenta que casais que passam por graves problemas conjugais tornam-se irritáveis, nervosos, irracionais e o que antes era um problema na dimensão social, afeta também a saúde física e a estabilidade mental.
Wheat (1986) afirma que não poderemos salvar-nos por método algum, o Filho de Deus teve que tornar-se o Homem Jesus, viver uma vida perfeita, morrer pelos nossos pecados e ressuscitar para salvar-nos. Assim também, não podemos amar verdadeiramente através de nossos próprios esforços. Deus, que é amor, interfere, dando-nos o dom precioso do amor supremo para ser dividido com outros.
Assim sendo, Deus é a única fonte do amor supremo, Ele tem o poder para alimentar o fogo do amor verdadeiro entre marido e esposa. Não basta aprender sobre Deus é preciso ligar-se a Deus em um relacionamento que gera nova vida em Jesus Cristo. Quando nos ligamos a Jesus nos tornamos novas criaturas e nossas capacidades de resolver conflitos são completamente novas, como está escrito em 2 Coríntios 5.17 (RA): “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura: as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas”.
Eugenia Fonseca Oliveira
REFERÊNCIAS
GOTTMAN, Dr. John; SILVER, Nan. Sete princípios para o casamento dar certo. 3. ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.
PELT, Nancy Van. Felizes no amor. 1. ed. São Paulo: Brasileira, 2003.
WHEAT, Dr. Ed. O amor que não se apaga. A arte de amar e ser amado. 1. ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1986
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