quinta-feira, 22 de abril de 2010

Ser agente secreto Nesta missão! JAMAIS!

Vós sois o sal da terra;(...) 14Vós sois a luz do mundo(...) Mateus 5.13-14.

 A geladeira chegou na casa dos meus pais em 1976, dois anos após a chegada da energia elétrica no sítio. Até então, as carnes de porco eram conservadas na banha do porco, e a carne de boi conservada no sal, o sal tem o poder de conservar da podridão.

Diferente de 30-40 anos atrás o uso da geladeira é muito comum, não me lembro de ter entrado em alguma casa que não tenha geladeira. A utilidade dela nos dias de hoje faz com que seja uma necessidade para a conservação de alimentos.

Recém casados eu e meu marido  tivemos uma experiência interessante, em uma das primeiras vezes que ficamos fora de casa por uma semana, descobrimos que minha casa tinha problemas de mau contato nas tomadas, por que no dia que saímos tirei a tomada do microondas da energia, e recoloquei a tomada da geladeira, uma semana depois, quando chegamos, nossa geladeira estava descongelada, toda a carne havia apodrecido, e além disso, o odor infiltrou em tudo o que estava na geladeira, TUDO FOI COMPROMETIDO, demorou praticamente um mês e meio saco de carvão para eliminar todo mau cheiro.

O mundo (humanidade não regenerada por Cristo) é como esta geladeira tende a podridão, a imundícia se não houver algo que conserve. Isto ocorre em função do domínio do pecado. É pelo domínio do pecado que temos os conflitos armados, a maldade, os assassinatos, os roubos, as mentiras.

E, quando Jesus usa a metáfora que o crente é sal e luz, Ele estava fazendo referencia ao crente comum, como eu e você somos. Ele não estava falando de crentes espetaculares como achamos que alguns o são. Cristo estava falando de nós. Nós somos sal e luz.

 Jesus falava para seus discípulos e para quem quisesse se tornar seu discípulo. Não se dirigia aos que não tinham interesse em Deus, ou duvidavam de sua existência ou intervenção, nem aos que não acreditavam ser ele, Jesus, o Messias.

 O discurso de Jesus não era um discurso voltado para os que ainda tinham que se arrepender, mas aos que Jesus já conclamou todos ao arrependimento, e a ter fé nele, mas no caso desses sermões, o foco de Jesus era instruir os que já tinham decidido ser seus seguidores.

Nós vivemos num mundo que chora e geme, que chora e range os dentes. Freqüentemente ficamos atônitos, pasmos, às vezes petrificados, sem ação diante da mesquinharia, do egoísmo e da arrogância que reina no coração do ser humano, que arroga o direito de ser chamado de "civilizado".

Quando as pessoas têm oportunidade de roubar, elas roubam. Se tiverem oportunidade de se vingarem de seus desafetos, se vingam. Se forem insultadas, respondem à altura.

 As pessoas do mundo são guiadas pelo desejo de poder, fama e prazer. Pelo interesse pessoal. Se vão ganhar alguma coisa, se arriscam, apostam no que vão fazer. Se não houver chances de ganhar algo, não se arriscam. Preferem ficar longe, parados, vendo os acontecimentos. Justificam seu comportamento dizendo: "Não é problema meu"; "Não tenho nada com isso"; "Não posso resolver todos os problemas do mundo"; "Não fui eu quem causou isto"; "O que eu posso fazer?". Alguma vez você já disse algo assim?

O mundo anseia por amor sincero, por atenção e compreensão, por uma palavra de estímulo. Todos somos carentes de carinho, de amor e de compreensão.

O cristão precisa ser reconhecido como um idealizador do céu na terra. As pessoas do mundo precisam ver nele um olhar diferente, um leve e contínuo sorriso em seu rosto, uma força extraordinária para enfrentar os reveses da vida. Isso é ser "sal da terra".

Crentes não podem ser "crentes secretos". Isto é, cristãos não podem se comportar como qualquer um, como se não conhecessem a Cristo, como se não tivessem compromisso com o Evangelho.

Seu comportamento demonstra que você não é movido pela mesquinharia, egoísmo e prepotência? Você tem se destacado como "sal da terra" “luz do mundo”? O Espírito de Deus flui através de você? Adianta muito pouco ou quase nada sermos Cristãos, se as pessoas à nossa volta não souberem disto. Entende?

Qual é a tua reação diante dos reveses da vida, diante do fracasso, da dor, do sofrimento, da decepção e da frustração?

Você tem se tornado "sal da terra"? Quanto de luz há na tua vida? A gravidade da resposta revela a gravidade da pergunta porque o sal insípido é jogado fora e luz escondida não serve para nada.

Como viver uma vida que faz sentido?

• Comprometendo-se com Cristo a ter uma vida de adoração.

• Tendo atitudes cristãs.

• Desenvolvendo a própria salvação.

• Pedindo sabedoria e discernimento a Deus para enfrentar as lutas da vida.


Eugenia Oliveira

quarta-feira, 21 de abril de 2010

DESIGN DIVINO

A grande charada não é o que você faz, mas sim como você faz o que faz. E a resposta está no fato de que você foi desenhado por Deus para fazer as coisas de um jeito especial. Falar que o ser humano foi desenhado por Deus é uma forma de repetir a pedra angular da antropologia cristã: Deus criou o homem à sua imagem e semelhança. O ser humano é uma criatura semelhante ao seu Criador.


Então disse Deus: "Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os grandes animais de toda a terra e sobre todos os pequenos animais que se movem rente ao chão". Criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.


Gênesis 1:26, 27, NVI


Quando digo que você foi desenhado por Deus para fazer as coisas de um jeito especial, quero dizer que há um jeito certo de viver, e esse jeito é de acordo com a imago Dei. Isso quer dizer que, ou você funciona conforme seu design, ou vai se machucar. Ou você funciona conforme seu design, ou não vai conseguir apropriar–se do sentido e significado de cada momento e, consequentemente, da própria vida. Em outras palavras, se você quiser usar chave de fenda para bater prego, duas coisas vão acontecer: o prego não vai penetrar e a chave de fenda sairá danificada. Por isso a vida com propósito é uma experiência passo a passo, um momento de cada vez que experimentamos a partir de nossa identidade mais profunda. E nossa identidade mais profunda é a imago Dei.

Parafraseado - Ed René - Vivendo com propósitos

A VIDA E SEUS LIMÕES

A vida nem sempre nos trata como desejamos. O mundo é injusto. As tragédias e calamidades não escolhem a quem tentar destruir. De quando em vez, nada mais coerente do que estar com o estado de espírito perturbado.

Uma das mais intrigantes passagens da vida de Jesus aconteceu às portas do túmulo de Lázaro, seu amigo, narrada no Evangelho de João, capítulo 11. Na verdade, a notícia de que Lázaro estava gravemente enferrno chegara quatro dias antes, com as palavras: "Aquele a quem tu amas está à morte". Jesus não se abalou com a notícia nem alterou seus planos imediatos, pois tinha propósitos muito mais elevados do que a simples cura física de um amigo. Ao chegar à casa de Lázaro, recebe a notícia de que ele estava morto havia quatro dias. Nesse momento, chora. Mas por que chora? Aliás, parece mesmo contraditório que Jesus, sabendo que res¬suscitaria Lázaro dali a poucos minutos, se entregasse às lágrimas e se deixasse invadir por sentimentos, para a maioria de nós, indesejados.

Mas acredito em outra possível leitura do evento. O fato de que Lázaro voltaria à vida em poucos minutos não anulava a realidade de que, naquele exato momento, estava morto. Diante de um amigo morto e rodeado de pessoas desesperadas, nada mais coerente do que sentir o espírito perturbado, no mínimo, por solidariedade e empatia. Jesus vivia um momento de cada vez. Aquele era um momento de morte, desespero e desesperança. Jesus chorou com elas, chorou por elas e por ele mesmo, quem sabe.

Nada mais natural do que o pranto no momento do luto, a angústia na situação de fome, o medo no meio da guerra, enfim, a cara contorcida no momento em que a vida mostra–se amarga. Isso significa que nem todas as pessoas que vivem com um estado de espírito perturbado são responsáveis pelas causas que geraram a perturbação. Os profetas da auto–ajuda dizem que a causa do sofrimento não é o mundo, e sim nossa atitude diante dele. Mas nem sempre o estado de espírito perturbado começa do lado de dentro do coração. Não raras vezes, resulta de circunstâncias adversas, variáveis fora do controle de mortais como nós. O mundo não obedece à justiça retributiva: coisas boas para pessoas boas, coisas ruins para pessoas ruins. Até porque ninguém é totalmente mal. E ninguém é totalmente bom. Assim também o mundo e a vida. A história, que tem como protagonistas pessoas em quem o bem e o mal se misturam e se confundem, não poderia ser tão exata. Por essa razão, de vez em quando acontecem coisas ruins para pessoas boas, coisas boas para pessoas ruins, e ninguém se surpreende mais quando acontecem coisas ruins para todo mundo.
Portanto, o melhor que temos a fazer é repetir a conduta do poeta bíblico. Ao menor sinal de perturbação, devemos perguntar: "Por que você está assim tão triste, ó minha alma? Por que está assim tão perturbada dentro de mim?". Não serão poucas as ocasiões em que ficaremos surpresos quando a alma nos oferecer suas razões. Nessas horas, sentar e chorar é um ótimo remédio. Afinal, quando a dor é real e as causas podem ser claramente identificadas, a lágrima é a menor distância do sorriso.
Mas além dos excessos e das circunstâncias da vida, nosso estado de espíri¬to perturbado é influenciado também por nossas características pessoais, isto é, o conjunto de filtros herdados ou aprendidos por meio dos quais interagimos com o mundo. Praticamente todas as nossas posturas na vida podem ser explicadas pelo mix personalidade–cultura–ambiente social. Poucas são as pessoas que conseguem estourar essa bolha e caminhar em direção à transformação pessoal e à contracultura, impondo sua identidade própria e assumindo suas preferências independentemente da última moda.
Por exemplo, pessoas que cresceram num ambiente de cobranças e de exigências exageradas acabam desenvolvendo um general dentro de sua consciência e sofrem de um perfeccionismo doentio, enquanto outras são mais complacentes, displicentes e até mesmo irresponsáveis. É evidente que cada uma reage ao atraso em uma reunião importante ou à demora na entrega de uma encomenda de maneira diferente. Há pessoas que se incomodam com outras pessoas, enquanto outras se incomodam com coisas. Podemos encontrar gente que fica insuportável quando não dorme o suficiente, e outros que se transformam quando estão com fome. O fato é que, se há dez pessoas vivendo a mesma situação, provavelmente haverá dez reações diferentes.
O grau de maturidade pessoal também afeta radicalmente o estado de espírito. Os motivos considerados suficientes para experimentar alegria e dissabor variam de pessoa para pessoa, e isso está relacionado com os valo-res e até mesmo com o caráter. Uma criança chora quando cai seu sorvete, atitude que não se espera de um adulto. Por outro lado, é comum ouvir crianças perguntando: — Por que a mamãe está chorando? Demonstram, assim, sua incapacidade de discernir a dor para todos evidente. Há pessoas que não conseguem dormir porque atrasaram o pagamento do aluguel, enquanto outras não perdem o sono mesmo devendo meses de cartão de crédito. O estado de espírito perturbado pode ser explicado pela escala de valores de uma pessoa e pela maneira como se vê responsável diante do direito de viver.
Mas além de todas essas limitações herdadas e ou desenvolvidas, tal¬vez o maior fator de distinção na maneira como as pessoas reagem à vida é a fé. A fé percebe uma Presença, a presença de Deus. A fé invoca uma Presença, a presença de Deus. A fé sabe que, por trás do cenário visível, das estatísticas e das probabilidades, existe Alguém interagindo na situação:
Deus. Os recursos humanos resultantes da fé são ainda um mistério para a ciência. Quem é capaz de exercitar a fé vê mais longe, voa mais alto, chega mais adiante.

Ed René - Vivendo com propósitos

domingo, 18 de abril de 2010

Deus Está Comprometido Com a Sua Realização

A questão fundamental de sua vida, não é se você é casado, solteiro ou divorciado, mas sim, se você realmente crê que tem um Deus que te ama e está totalmente comprometido com sua felicidade e realização.
É preciso caminhar, mesmo em meio a desejos que não se realizaram, sem desistir de viver. O sonho não vai se realizar enquanto ficarmos trancados em quartos escuros, desanima¬dos, tristonhos, desanimados com Deus e com a nossa vida. E necessário viver. O sonho não se realizou ainda, mas tudo está nas mãos daquele que prometeu "que todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus... (Romanos 8:28). Deus é bom e sabe o que é melhor para a minha vida. O que de mais encantador encontramos na Graça de Deus é que ela não apenas viabiliza os nossos sonhos, como também os amplia para além de tudo aquilo que podemos imaginar:" Ora, aquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos, ou pensamos conforme o seu poder que opera em nós." (Efésios 3:20)".





(*) Extraído do livro "Floresça Onde Está Plantado” - Série Descoberta. Autor: Robert H. Schuller, Ed.: Betânia

quinta-feira, 15 de abril de 2010

O divórcio começa no namoro quando...

O divórcio começa no namoro, quando o aspecto físico e sensual ocupa o primeiro lugar no relacionamento, ou seja, o principal interesse é a atração física. A pergunta que deverá ser feita é: como ela ou ele será daqui a 30 anos?

O divórcio começa no namoro, quando há apenas paixão e não amor verdadeiro. A paixão engana suas vítimas, levando-as ao altar, e depois transformando suas esperanças amorosas num casamento infeliz.

O divórcio começa no namoro, quando não espero no Senhor e me ponho no jugo desigual, como diz Paulo II Coríntios 6:14 "Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?".

Jugo desigual é todo caminhar onde o amor não se nivela.

Jugo desigual é toda caminhada conjugai onde não há amor.

Jugo desigual é quando: Ele quer, você não!

O divórcio começa no namoro, quando se casa apenas pelo gosto da família.

Muitas vezes as pessoas casam por causa da família.

A pessoa é boa, é crente, é responsável, a família gosta, a gente se acostuma, e, então, uma tragédia acontece.

Um conselho: Não deixe que as opiniões, as conveniências, o IBOPE da igreja, e os gostos familiares sejam a sua prisão para o resto da vida. Não case com ninguém de quem você não goste. Será uma tragédia.

Seus pais e amigos não dormirão com ele ou ela, não terão que agüentar a vida ao lado de alguém a quem não se ama.

— Pastor, — disse-me uma velhinha certo dia — tenho quase 60 anos de casada. Pode perguntar a meu marido e ele dirá que sempre fui uma esposa perfeita. Fiz tudo que uma boa esposa deve fazer, agi sempre do modo certo, mas, nunca fui feliz.

— Por quê?

— Eu não amo meu marido, Pastor.

— Mas, então, porque se casou?

A velhinha emocionou-se ao dizer: "Nos meus tempos de mocinha agente não escolhia marido. Eram os pais que escolhiam marido para agente. Um dia meu pai disse: 'Filha, daqui a dois meses você vai casar com o filho do meu compadre'. O enxoval foi preparado. A festa ficou pronta e, faltando dois dias para o casamento, conheci meu noivo. Não gostei. Nunca consegui gostar, mas casei, porque tinha que obedecer. Fui uma esposa perfeita, mas nunca fui feliz". Como ser feliz ao lado de alguém que não se ama?

Não case com ninguém só porque é gente boa. Gente boa, quando não ama, faz mal também. Sem amor nada aproveita. O jugo de se viver com quem não se ama, apenas porque o irmãozinho é bonzinho. Aí, é melhor ficar sozinho! Casar sem amor será uma desgraça e se voltará contra você em pouco tempo; pois você casará, será infeliz, desejará se separar, e todos te julgarão leviano!

O divórcio começa no namoro, quando casamos apenas com a virtude.

José casou com Maria não porque ela era boazinha, virtuosa, mas porque ele a amou; a amou antes de tudo, e continuou amando depois de tudo, e foi justamente porque ele a amava que decidiu ficar com ela, apesar do mistério da gravidez.

Você gostaria que alguém casasse com você apenas porque você é um cara legal? Mesmo que essa pessoa não desejasse você como homem? E nem admirasse você? Mas apenas achasse que você é um cara bom, porém sem desejo? Assim, não se case com a bondade apenas; pois lhe faria muito mal e também à sua mulher; pois logo ela também desejará ser mais que sua amiga; ela vai querer ser sua amada como diz o livro de Cantares.

E se não há amor, é melhor não casar. Pois pessoas boas também se fazem mal, pelo simples fato de terem que se amar apenas como amigos ou irmãos em Cristo, visto que entre eles não há nada, além disso.

O divórcio começa no namoro, quando se casa apenas por causa de uma gravidez.

Mulheres inseguras e complexadas sempre se dão na esperança de conquistar. Daí, elas se darem tanto, e terem tão pouco de volta. Ás vezes o que há é uma "química de corpo". A pessoa descobre o sexo com o outro e dessa "química" vem um filho e tenta resolver a situação com o casamento. Todavia, ao invés de se ajudar alguém a sair da beirada da morte, institucionaliza-se a existência da tal pessoa na beirada do barranco, com um rápido casamento e todos ficam escandalizados com a separação depois de alguns meses. Um casamento como esse dificilmente geraria outro resultado.

Edson Souza

Intimidade física VERSUS amor

Normalmente as pessoas confundem atração física com amor verdadeiro, entendem que amor e sexo são a mesma coisa. Em razão disso muitos relacionamentos começam com atração física, o aspecto físico e sensual assumiu a prioridade. E aí pas¬sam a avaliar o relacionamento pelo nível de envolvimento físico. Este envolvimento leva os namorados a tomar decisões erradas. Pergunte-se agora: A intimidade sexual ou envolvimento físico ocupou o 1o lugar em meu relacionamento?



Uma pesquisa feita com crianças dizia assim: Ao que tudo indica um cientista pode prever o futuro ao observar crianças de quatro anos de idade interagirem com um docinho. O pes¬quisador convida as crianças, uma de cada vez, em um quarto comum e começa o seu gentil tormento: "Você pode comer este docinho agora" Ele diz: "Mas se você esperar até que eu resolva um assunto, você poderá ficar com dois docinhos quando eu voltar". E então ele vai embora.


Algumas crianças agarram o doce no minuto que ele sai pela porta. Outras duram alguns minutos antes de desistirem. Mas outras estão determinadas a esperarem. Elas cobrem os olhos, abaixam a cabeça, ficam cantalorando, tentam brincar ou até mesmo caem no sono. Quando o pesquisador retorna, ele dá a estas crianças os seus "suados docinhos".


Uma enquete, entre os pais e professores das crianças, levantou que aquelas que tiveram a firmeza para esperar pelo docinho geralmente se tornavam adolescentes mais ajustados e confiantes. As que logo caíram na tentação se frustraram facil¬mente. Dobravam-se sob pressão e se intimidavam com desafios.


A moral da história é que desenvolver o caráter necessário para adiar uma satisfação em pequenas áreas pode se traduzir em grande sucesso em outras áreas.

Edson Souza

quarta-feira, 14 de abril de 2010

PAIXÃO versus AMOR

Quando você está apaixonado, tudo gira em torno da outra pessoa. A tendência é negligenciar sua família. Você perde o interesse nas coisas que costumavam interessá-lo antes. Os amigos se sentem postos de lado.
Quando você ama é diferente. O amado pode ser a pessoa mais importante do mundo para você. Ao invés de negligenciar outros relacionamentos, você acrescenta uma nova e maravilhosa relação a todas as demais que já possui.
A paixão impede que você veja qualquer defeito na outra pessoa. Ninguém pode dizer nada.
Quando se trata de amor, você admite os defeitos do ente amado, mas ama apesar deles. O amor não é cego, mas a paixão é.
Na paixão, as brigas matam o relacionamento e tendem a tornar-se mais freqüentes e mais graves. No amor acontece o contrário. O amor sobrevive às brigas e estas se tornam menos freqüentes e menos feias.
Na paixão o ciúme é exagerado. No amor o ciúme é de zelo. Na paixão o efeito é destrutivo. No amor o efeito é construtivo.
A paixão pode transformar-se às vezes, em amor verdadeiro. Mas se você convenceu-se de que se trata de paixão sem futuro, desista. Remova a flecha com todo cuidado, logo que esteja certo da decisão, fale imediatamente com ele ou ela. Se ele ou ela ameaçar fazer mal a si mesmo, o que provavelmente não acontecerá, você não poderá ser responsabilizado por sua sinceridade.

Um relacionamento mantido sob pressão de ameaça não vale a pena.

Edson Souza

terça-feira, 13 de abril de 2010

Esperar alguém no Senhor Existe?

Será que existe isso? Será que você tem que ficar aguardando a mulher ou homem que Deus vai mandar para você?

Já vi centenas de pessoas que ficam sentadinhas nos bancos da igreja esperando o tal "Isaque" aparecer; e continuam lá, no banquinho, assentadas até hoje. E o que é pior: muitas ficam com raiva de Deus, amarguradas.

Em se tratando de conhecer alguém que um dia possa vir a ser sua mulher, a única maneira de fazer isso é vivendo a normalidade da vida, andando com Deus de olhos bem abertos para a vida.

O salmista diz no salmo 126: "Quem vai andando e chorando enquanto semeia, voltará com júbilo trazendo os seus feixes".

O salmista apresenta um espírito de permanente movi¬mento enquanto se aguarda a restauração que vem de Deus.

Agindo assim, no próprio caminho você encontrará alguém.

A Bíblia não nos oferece nenhuma revelação sobre a es¬colha conjugai, assim como não define a maior parte das escolhas humanas.

A escritura nos ensina o caminho da verdade, da justiça, da misericórdia, da bondade, da fé, da esperança e do amor. Mas não diz com quem casar, que profissão praticar etc... Há casos raríssimos em que alguém sabe exatamente os detalhes de sua vida nesses particulares.

No final, o justo tem que andar pela fé.

Algumas coisas são essenciais: atração psicológica que implica admiração, charme, atração física, atração pelos objetivos mútuos, afinidade intelectual. Afinidade espiritual, nesse caso cristão e não apenas evangélico.

(*) Houve um homem chamado Ali Hafed, que vivia no belo país do Irã. Ele era fazendeiro e estava contente com sua situação. Sua fazenda era excelente e rendosa. Tinha esposa e filhos. Criava carneiros, camelos e plantava trigo. "Se um homem tem esposa, filhos, camelos, saúde e a paz de Deus", dizia ele, "é um homem rico!"

Ali Hafed continuou rico até que, certo dia, um sacerdote veio visitá-lo e começou a falar de uma cousa estranha, que o sacerdote chamava de "diamante". Ali Hafed jamais ouvira falar em diamantes. E o sacerdote comentou: "Eles cintilam como um milhão de sóis, na verdade, as coisas mais lindas do mundo!".

De repente, Ali Hafed passou a sentir-se por demais des¬contente com o que possuía. Perguntou ao sacerdote: "Onde se pode encontrar esses diamantes? Preciso possuí-los." O sacerdote respondeu: "Dizem que é possível achá-los em qualquer parte do mundo. Procure um riacho de águas transparentes correndo sobre a areia branca, em região montanhosa, e ali você achará diamantes."

Ali Hafed, então, tomou uma decisão: vendeu a fazenda, confiou esposa e filhos aos cuidados de um vizinho, e se lançou em sua jornada em busca de diamantes.

Viajou pela Palestina, depois ao longo do vale do Nilo, até que, afinal, encontrou-se junto as "Colunas de Hércules", entrando, a seguir, na Espanha. Ele procurava areias brancas, montanhas altas. Diamantes, porém, não encontrou um só. Com o decorrer dos anos um dia chegou ele à costa de Barcelona, na Espanha. Estava alquebrado, sem recursos e sem condições de comunicar-se com a família. Num acesso de desespero, profun¬damente deprimido, lançou-se ao mar e morreu.

Nesse ínterim, o homem que adquirira a fazenda de Ali Hafed achara uma curiosa pedra negra, enquanto seu camelo se dessedentava num riacho. Levou-a para casa, colocou-a sobre a cornija da lareira e esqueceu-se dela.

Um dia apareceu o sacerdote. Olhou acidentalmente para a pedra negra e notou um lampejo colorido brotando de um ponto de onde saíra uma lasca. Disse o hospedeiro: "Um diamante! Onde o achou?".

Contou-lhe o fazendeiro: "Encontrei-o nas frias areias do riacho de águas claras aonde levo meu camelo para beber."

Juntos, arrebanhando as túnicas e correndo tão depressa quanto lhes permitiam as sandálias, dispararam rumo ao riacho. Cavaram e acharam mais diamantes! Esse achado se transformou na Mina de Diamantes Golconda - a maior mina do mundo!

A lição é clara. Os diamantes lá estavam, o tempo todo, no quintal de Ali Hafed. Só que ele não os vira. E, por isso, gastara a vida numa busca inútil!

A moral, também, é clara. Aonde você vai gastar sua vida em todo tipo de viagens à caça de prazer, fama e riqueza — um tremendo esforço para encontrar felicidade? Mas pode acontecer que a felicidade esteja debaixo de seus pés, em seu próprio quintal. Floresça onde você está plantado!

Onde quer que você esteja, Deus ali está. Onde Deus está há belos desígnios — basta que você veja as possibilidades. Deus o pôs onde está, porque ele pode ver diamantes nas rochas que estão ao seu redor.


Pastor Edson Souza

terça-feira, 6 de abril de 2010

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Vai lá cachorrinho!


"Lembre-se, Reauregard, você é o cachoro do pastor: todos os outros cachorros estarão observando você."
ka-ka-ka

http://theheartofapastorswife.blogspot.com/

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